segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Há alternativas e há soluções para o país

Perante 700 pessoas, o Secretário-Geral do PCP discursou num almoço-convívio realizado na Marinha Grande. Jerónimo de Sousa afirmou que Portugal precisa de um novo rumo e uma nova política. Existe alternativa ao actual estado do país, uma alternativa patriótica e de esquerda.




Uma alternativa patriótica e de esquerda, patriótica porque rompe com a crescente submissão e subordinação externas e recoloca no centro da orientação politica a afirmação de um desenvolvimento económico e soberano, de esquerda porque rompe com a politica de direita, inscreve a necessidade da valorização do trabalho, a efectivação dos direitos sociais e das funções sociais do estado, uma distribuição do rendimento mais justa, o controlo público dos sectores estratégicos e que assume a defesa dos trabalhadores e de todas as camadas e sectores não monopolistas.

Alpiarça Militantes do PCP debateram os documentos do 19º Congresso e a preparação das próximas eleições autárquicas




Realizou-se no passado Sábado um plenário de militantes do PCP no concelho de Alpiarça.
Neste plenário foram discutidos os documentos preparatórios do 19º Congresso do PCP e a preparação das próximas eleições autárquicas.
Na ocasião foi anunciada a adesão de 6 novos militantes inscritos nas últimas semanas, alguns dos quais receberam o seu cartão de membro do Partido no passado Sábado.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Há alternativas e há soluções para o país




Perante 700 pessoas, o Secretário-Geral do PCP discursou num almoço-convívio realizado na Marinha Grande. Jerónimo de Sousa afirmou que Portugal precisa de um novo rumo e uma nova política. Existe alternativa ao actual estado do país, uma alternativa patriótica e de esquerda.
Uma alternativa patriótica e de esquerda, patriótica porque rompe com a crescente submissão e subordinação externas e recoloca no centro da orientação politica a afirmação de um desenvolvimento económico e soberano, de esquerda porque rompe com a politica de direita, inscreve a necessidade da valorização do trabalho, a efectivação dos direitos sociais e das funções sociais do estado, uma distribuição do rendimento mais justa, o controlo público dos sectores estratégicos e que assume a defesa dos trabalhadores e de todas as camadas e sectores não monopolistas.

Marcha contra o desemprego percorre o país

Começou hoje a Marcha contra o Desemprego, em Braga e no Algarve e que terminará no dia 13 em Lisboa. Em Braga, uma delegação do PCP, com João Frazão, membro da Comissão Política do CC e Agostinho Lopes, do Comité Central e deputado na AR, manifestou a sua solidariedade para com a justa luta dos trabalhadores desempregados.





A marcha, organizada pela CGTP-IN e pelo MTD, pretende, como afirmou o Secretário-Geral da CGTP-IN, Arménio Carlos dar visibilidade a um dos mais graves problemas da sociedade portuguesa, "a marcha não é um muro de lamentações, é antes um grito de exigência ao governo para que tome medidas concretas para combater o desemprego e para garantir o apoio social a todos os desempregados".

Comemorações do 5 de Outubro Alpiarça

Cartaz / Programa




O ANO DE 2012 REGISTA UM AUMENTO CONSTANTE E SUSTENTADO DO NÚMERO DE VISITANTES DA CASA DOS PATUDOS

Entre os meses de novembro de 2011 (depois da reabertura ao público após a conclusão da 
1ª fase das obras de requalificação global) e setembro de 2012, tem-se registado um aumento constante e sustentado do número de visitantes da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça. Os últimos meses têm assinalado os valores históricos mais elevados de visitas. No passado mês de setembro visitaram o museu 1725 pessoas, destacando-se também um aumento do número de visitantes estrangeiros.

A Casa dos Patudos vive essencialmente das suas colecções artísticas, com incidência na arte portuguesa e nasceu por vontade de José Relvas, que manifestou, várias vezes, a necessidade de mostrar o que se fazia de melhor ao nível das Belas Artes e Artes Decorativas.
Assim, encomendou ao Arquitecto Raul Lino, um projecto que contemplasse espaços dignos para apreciar a colecção e, ao mesmo tempo, fosse residência familiar.
A Casa dos Patudos é Casa-Museu desde 1960.
Hoje, cada vez mais, estamos num tempo de mudança para outras realidades museológicas e museográficas. Nesse sentido, após a reabertura ao público, em 31 de outubro de 2011, criou-se um novo circuito museológico José Relvas entre os seus, com a abertura de novos espaços expositivos.

A Casa dos Patudos foi residência de José Relvas desde os finais do século XIX até 1929, data da sua morte. Político, diplomata, agricultor, coleccionador de arte e músico amador. Aqui se encontra uma vasta colecção composta por pintura, escultura e artes decorativas. Na pintura portuguesa destacam-se: Silva Porto, José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro e Constantino Fernandes, além de notáveis artistas de escolas estrangeiras. Podem, ainda, ser apreciadas porcelanas de Sèvres e de Saxe, azulejaria, peças da Companhia das Índias, cerâmicas da Fábrica das Caldas da Rainha (Rafael Bordalo Pinheiro), Rato, Bica do Sapato e Vista Alegre (primitiva) e bronzes de Chapu, de Mercié e de Frémiet. Os Patudos assinalam uma nova linguagem de Arquitectura Conceptual. Apropriada de referências nacionais, afirma-se com um certo despojamento decorativo exterior, mas esplendorosa e funcional nos seus espaços interiores, com um mobiliário, criado também por Raul Lino.













quinta-feira, 4 de outubro de 2012

"A orquestra, desafinada, ainda toca, mas o navio já se afunda a grande ...



Senhor Presidente,
Senhores Deputados,

No final deste debate é inquestionável afirmar que a apresentação de uma moção de censura foi não só justa e fundamentada, mas uma iniciativa inevitável.
De facto, antes e depois dos anúncios de ontem, a maioria dos portugueses considera que é preciso travar esta política e o governo que a caracteriza.
Perante um Governo já derrotado, ficou claro que este caminho não serve.
Vem o Sr. Primeiro –ministro falar de indignidade das acusações que lhe fazemos; era o que faltava que não transmitíssemos aqui a indignação da generalidade dos portugueses. Indigna é a sua política; indigno do lugar que ocupa é um Governo que esmifra o seu povo para beneficiar alguns.
Caíram um por um os já frágeis argumentos do Governo.
Temos depois o estafado argumento de que o país precisa destas medidas, porque vivemos acima das nossas possibilidades.
E pergunta-se quem vive acima das suas possibilidades?
Os milhares que deixaram de ir às consultas e de fazer os tratamentos médicos, porque não têm dinheiro para as taxas, os medicamentos, os transportes? Será que estes adoecem acima das suas possibilidades?
Os estudantes que abandonam o ensino superior porque não têm dinheiro para as propinas, e para o resto dos custos; as crianças que hoje mesmo vão para a escola sem livros e sem comer e mesmo assim não têm apoio escolar, será que é porque estudam acima das suas possibilidades?
E as famílias que compraram habitação com crédito bancário porque era a única hipótese viável que tinham e agora perdem a casa por falta de emprego ou de salário e que foram enganadas e abandonadas de forma torpe pela maioria desta Assembleia da República? Será que para estas famílias ter uma casa para morar está acima das suas possibilidades?
E aqueles que hoje enfrentam as privações mais básicas, porque perderam o emprego e já não têm subsídio, porque lhes cortaram o salário ou a reforma, porque lhes retiraram o apoio social, aqueles que passam fome, será que é porque se alimentam acima das suas possibilidades?
Quem viveu e vive acima das possibilidades do País são os de sempre, aqueles que o Governo serve com a sua política; os 13 principais grupos económicos de base nacional que tiveram no primeiro semestre mais de 1500 milhões de euros de lucros; os bancos privados que receberam mais de 5 mil milhões de euros de dinheiros públicos; o BPN que recebeu só em 2012 entre 500 e 600 milhões de euros e que já tinha recebido (o BIC) no processo de privatização mais de 110 milhões de euros; são as concessionárias das PPP que mantém intocáveis as suas taxas de rendibilidade.
Os dois factos de sucesso sublinhados pelo primeiro-ministro:
- consolidação orçamental ou, como dizia ontem o ministro das finanças “A redução da despesa pública é inquestionável”. Mas que despesa é esta que é reduzida? São os salários e as reformas cortados, são os cortes nos serviços da saúde, são as escolas sem dinheiro, as universidades falidas, os desempregados sem subsídios (nós rejeitamos essa ideia de que os portugueses são uns aldrabões e uns preguiçosos), os pobres sem apoios (quem vive à conta do orçamento não são os pobres).
- correção do défice externo – não há qualquer correção; correção haveria se substituíssemos importações. Mas o que está a acontecer é que diminuição das importações é o resultado da destruição da economia nacional, da atividade produtiva e da procura interna. Ontem o Ministro das Finanças falou em “ajustamento notável” da procura interna. O gáudio do ministro das finanças revela bem que não percebeu que isso é o desastre da nossa economia; se não percebeu isso, não percebeu nada. O “ajustamento da procura” é feito à custa do desemprego, do empobrecimento, da miséria e da fome. Notável é o descaramento do Ministro das Finanças e do Governo.
Falam de uma suposta credibilidade do País que ninguém vê; como se um país destruído fosse um País credível. O Governo bem pode vangloriar-se de uma colocação de dívida enquanto continua a não querer fazer a renegociação da dívida. Sr. Primeiro-ministro as famílias não voltaram aos mercados e com esta política não voltarão.
A resposta para tudo são os compromissos com a troica. Mas como é que podemos aceitar um compromisso de destruir o país, vender as empresas públicas aos grupos económicos, diminuição generalizada de salários, destruir a escola pública, o Serviço Nacional de Saúde – condenando à doença e morte antecipada muitos portugueses. Como é que podemos respeitar compromissos que significam a destruição do País.
Houve quem dissesse que a apresentação de moções de censura hoje era um número de circo, que era uma qualquer manobra para condicionar um partido. Quem diz e pensa isto está completamente desligado do que é hoje a realidade do país e ignora qual é o verdadeiro sentimento dos trabalhadores e das populações. Perante a brutalidade do roubo aos portugueses, perante a destruição do património nacional e da nossa economia, não pode haver equidistâncias, não há três posições possíveis; ou se está contra a calamidade da política de direita e se rejeita o pacto de agressão, ou se aceita, de forma mais ou menos explícita, que este caminho prossiga.
Seria possível deixar prosseguir este governo até 2015. Se chegássemos ao fim do programa o que teríamos.
É hoje evidente para todos que para além de não ter base social de apoio, o Governo não tem sequer coesão interna. É um Governo sem condições políticas; e perdeu-as, não pelas contradições da coligação, também elas uma consequência do que é determinante – a fortíssima luta e combate social que enfrentou esta política que já derrotou este Governo e que exige outra política. Este Governo não tem condições políticas para continuar: a orquestra, desafinada, ainda toca, mas o navio já se afunda a grande velocidade.
Esta Assembleia tem 230 Deputados. Todos vão votar a seguir estas moções de censura. E cada um será responsável pela continuação ou pela interrupção deste desastroso caminho. Cada um que não votar a favor destas moções de censura é responsável pela continuação do desastre.
Não digam depois que não têm nada a ver com o roubo dos salários e das reformas, com a falta de emprego, com negação da saúde e da educação.
Um Governo que desrespeita os direitos dos trabalhadores, que atinge brutalmente e de forma cega os salários e as reformas, que vende o País ao desbarato a grupos económicos com as privatizações, que abdica da nossa soberania é um governo que não assegura o regular funcionamento das instituições democráticas que a Constituição impõe.
Neste debate restou ao governo a chantagem de sempre: ou nós ou o descalabro, ou esta política ou o caos. Nada de mais falso. A situação do País não é fácil, mas continuara a cavar o buraco onde 36 anos de política de direita nos meteram não é a solução.
Por isso dizemos que é possível e necessária, que é indispensável a alternativa. O PCP tem propostas para uma política alternativa. Esse será aliás o tema das nossas jornadas parlamentares.
Porque só com a renegociação da dívida, com mais produção nacional, com melhores salários e reformas, com investimento, com a defesa soberana dos interesses nacionais é que este País vai para a frente. E assim será, custe o que custar ao Governo, aos que defendem o pacto de agressão, ao grande capital.
Portugal tem futuro!
Disse.

PS COM DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS



Câmara de Santarém recorre ao fundo de resgate financeiro do governo




A dívida do Município de Santarém está nos 94,5 milhões de euros, revelou o presidente da Câmara Ricardo Gonçalves. O autarca disse, na última sessão da Câmara, que “tem havido um esforço significativo para reduzir o endividamento municipal, esforço que vai passar agora pelo resgate financeiro através do PAEL”.
A candidatura do Município de Santarém ao PAEL –  Plano de Apoio às Entidades Locais será discutida esta sexta-feira de manhã, na reunião extraordinária da Câmara, e depois, a 2 de outubro, em Assembleia Municipal extraordinária. O PAEL é o fundo do Governo que permitirá conceder empréstimos de mil milhões de euros para ajudar as autarquias com maiores dificuldades financeiras. A data para candidaturas termina a 4 de outubro.
Ricardo Gonçalves disse que “há problemas para os quais devem arranjadas soluções, e o PAEL é uma dessas soluções, juntamente com outras medidas. Nós temos dívida de curto prazo que é importante pagar, temos os nossos parceiros, fornecedores, juntas de freguesia, associações e clubes que também sofrem com essas dificuldades financeiras. E nós temos que arranjar soluções”, disse.
A candidatura ao PAEL obriga a autarquia a colocar no máximo todas as taxas municipais, como é o caso do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis. Na segunda-feira, a Câmara de Santarém aprovou a subida do IMI em 0,1 pontos percentuais, passando de 0,7 para 0,8 por cento, o máximo previsto por lei. O vereador do PS António Carmo disse que gostaria de votar contra este aumento, e propor até a redução desta taxa, mas isso não é possível devido à inevitável candidatura de Santarém ao PAEL. “É imperioso que a Câmara de Santarém avance para o saneamento financeiro, e que de uma vez por todas se resolva o problema da dívida, mas isso acarreta compromissos”, disse António Carmo. “Por um lado, terá que haver uma redução da despesa, com o fim do regabofe das músicas pimbas que por aí têm proliferado nas festas de Verão, suportadas pelos cofres da autarquia e, por outro lado, o Governo diz que os municípios podem candidatar-se ao PAEL, mas para isso têm que colocar as taxas municipais nos valores máximos, ou seja, obrigam as autarquias mais endividadas a resolver os problemas à custa dos munícipes”, critica. “Obviamente que só dependesse da nossa vontade, colocaríamos as taxas todas no mínimo, mas outros valores mais altos se levantam com este PAEL”, respondeu a vereadora das finanças Catarina Maia.
“Não vale a pena estarmos aqui à procura de culpados, mas sim procurar soluções para os problemas”, disse o presidente Ricardo Gonçalves. “Estamos num período de dificuldades coletivas que exigem este tipo de medidas, que trazem constrangimentos que tentaremos minimizar. Nós temos tido tendência para ter as taxas em valores elevados, e isso vai ter que se manter, no âmbito do PAEL”, afirmou.
Segundo Ricardo Gonçalves, a dívida do município baixou para 94,5 milhões de euros, graças ao “esforço significativo para reduzir a dívida”. O presidente considera que “com a reestruturação financeira que o PAEL vai permitir, em 3 ou 4 anos, o município vai recuperar a sua capacidade de resposta às exigências dos munícipes”.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

«TAP e ANA - Empresas estratégicas para o desenvolvimento de Portugal»




É sabido que no quadro do Memorando assinado entre as Troikas, a privatização da TAP e da ANA é uma das condições que PS/PSD/CDS aceitaram para que os credores estrangeiros continuassem a emprestar dinheiro ao Estado Português.
É conhecida a opinião do PCP que a política que tem vindo a ser desenvolvida sobre os auspícios deste Memorando está a conduzir o nosso país para o desastre.
É conhecida a nossa posição que a aplicação destas medidas não é uma inevitabilidade mas uma opção de classe, que não resolverão nenhum problema nacional antes os agravarão a todos.
No caso da ANA e da TAP assumimos, no PCP, que a nossa tarefa é procurar suportar o combate contra uma privatização que, a ser avançada, representaria um desastre de múltiplas dimensões: para os trabalhadores do sector, para a soberania nacional, para o emprego, para as exportações, para a segurança social, para o turismo, para a coesão nacional.
Acreditamos que o sector aéreo nacional tem futuro e tem um papel fundamental a desempenhar no desenvolvimento do País que rompa com o caminho de empobrecimento e exploração. Mas para isso é fundamental hoje impedir a privatização destas duas empresas.
A Audição Parlamentar do PCP teve o exacto objectivo de trazer para a Assembleia da República as opiniões de quem sobre este processo já reflectiu partindo da sua realidade concreta, de dar expressão e força à luta contra a privatização da TAP e da ANA.
Processo de privatização que está a ser conduzido na maior opacidade pelo governo, que esconde da assembleia, das organizações representativas dos trabalhadores e da população em geral a informação. Opacidade que, com esta iniciativa, queremos ajudar a combater.
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

PCP apresenta moção de censura ao Governo PSD/CDS e à política de direita


Declaração de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, Angra do Heroísmo


Novas sedes para Associações


O Presidente da Câmara de Alpiarça, Mário Fernando Pereira, assinou um conjunto de 4 Protocolos de cedência de instalações da Escola das Faias para novas sedes das Associações/Colectividades do Concelho, neste domingo, dia 30 de Setembro de 2012. Estes acordos de cedência foram estabelecidos com o Grupo de Dadores Benévolos de Sangue (GDBSCA), com a Academia Sénior de Alpiarça (ASAL), com a Associação de Caçadores de Alpiarça e com o Núcleo de Cicloturismo 100% TT.






Inauguração da nova sede do Grupo de Dadores de Sangue





Realizou-se neste domingo, dia 30 de setembro, a cerimónia de Inauguração da nova sede do Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Concelho de Alpiarça, nas antigas instalações da Escola das Faias. Após a assinatura do Protocolo de cedência 
(em conjunto com outras 3 Associações/Colectividades) - perante os convidados, órgãos sociais e associados - foi descerrada a placa alusiva, tendo-se seguido as intervenções do Presidente da Câmara, Dr Mário Fernando Pereira, do Presidente da Direcção do Grupo, Dr Mário Santiago, e dos representantes do IPST e da FEPODABES. De seguida decorreu um almoço volante para todos os presentes.
Ao longo da manhã, decorreu uma recolha/dádiva de sangue.

domingo, 30 de setembro de 2012

Marcha Contra o Desemprego


Vem juntar te a mais uma jornada de luta 
no distrito de 
Santarém 


Plenário de Militantes do PCP no próximo Sábado



CONVOCATÓRIA
Camarada:
A Comissão Concelhia de Alpiarça vem convocar-te para um plenário de militantes do concelho no próximo Sábado, 6 de Outubro, às 15,30 horas, no CT do Partido.
Ordem de Trabalhos:
1. XIXº Congresso. Discussão da proposta de alterações ao Programa do Partido e do Projecto de Resolução Política;
2. Preparação das eleições autárquicas. Informação sobre a actividade desenvolvida.
Comparece, participa!

Uma poderosa demonstração de força e confiança dos trabalhadores e do po...

Uma poderosa demonstração de força e confiança dos trabalhadores e do povo português


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A rentrée do PS em Alpiarça



UMA  NOVA (velha) ESTRATÉGIA COMUNICACIONAL 
Há uns tempos atrás o PS deitou cá pra fora um conjunto de folhas impressas onde, para além da sua habitual denúncia de problemas ou situações menos boas, se deu ao trabalho de gastar páginas de prosa com ataques de natureza pessoal.
Nada que não estivéssemos á espera. Está-lhes no sangue.
Sobre a eficácia desse “comunicado”, não nos compete a nós avaliá-la.
Mas entretanto, a realidade é bastante diferente daquela que o tal “comunicado” retractava e que os agitadores de serviço se encarregaram de amplificar na net.

PIQUENICÃO NACIONAL
Realizado no Parque do Carril, também ele renovado, foi um enorme êxito. Milhares de pessoas visitaram Alpiarça, encheram os restaurantes da Vila, inundaram a Casa Museu dos Patudos.


ALPIARÇA TEM NOVA AMBULÂNCIA DO INEM POSTO DE EMERGÊNCIA MÉDICA (PEM) FUNCIONA NO QUARTEL DOS BOMBEIROS MUNICIPAIS DE ALPIARÇA


A Câmara Municipal de Alpiarça assinou um protocolo com o INEM para a criação de um Posto de Emergência Médica (
PEM) no Quartel dos Bombeiros Municipais, com a colocação de uma nova Ambulância e a formação em TAS de 6 elementos do Corpo de Bombeiros.
Na cerimónia de assinatura e de entrega da ambulância, que decorreu em Sousel, estiveram presentes o Presidente da Câmara, Mário Fernando Pereira, e o Comandante do Corpo de Bombeiros Municipais, Rui Luís Oliveira. Aí foram entregues doze viaturas, tendo sido Alpiarça o único concelho contemplado no distrito de Santarém.
Esta ambulância do INEM está equipada com desfibrilhador automático externo, equipamento que pode revelar-se vital para a assistência a vítimas de paragem cardiorrespiratória.
As populações de Alpiarça e da região ficarão assim melhor servidas em termos de capacidade de resposta de socorro urgente.

CUMPRIMENTOS DE RECEPÇÃO AO NOVO PÁROCO DE ALPIARÇA




O novo pároco de Alpiarça, Padre José Abílio e Silva Costa, foi apresentado ao executivo 

camarário pelo pároco cessante de Alpiarça, Padre Diamantino Marques.




Entrevista a Jerónimo de Sousa

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Dois médicos a caminho de Alpiarça!

Estão quase, quase a chegar dois novos médicos para o Centro de Saúde de Alpiarça.
São médicos cubanos cuja deslocação para Alpiarça está para breve.
Será assim minimizada situação drmática com que estavam confrontados os utentes do Centro de Saúde.
Trata-se de uma vitória da população de Alpiarça, da sua Comissão de Utentes e dos orgãos autarquicos do concelho, que nunca baixaram os braços e veêm agora o seu esforço e persistência recompensados.
Aguardamos com enorme expectativa o que vão dizer as bocas sujas de Alpiarça que, como é habitual e sem qualquer pingo de novidade se atiraram à Cãmara Municipal, ao seu Presidente, á Comissão de Utentes, como se fossem eles os culpados das politicas erradas do Minsitério da Saúde.
Adeptos do quanto pior melhor, ou seja , o que interessa é atacá-los, ainda que eles não tenham culpa, os ditos frasquinhos de veneno, que irão dizer agora que, mais uma vez o tiro lhes vai sair pela culatra?
Que foi a Sónia Sanfona que trouxe os médicos?